Jornalismo é profissão ingrata, corrupta e mesquinha
November 23, 2008 at 7:21 pm | In Humor | Leave a Comment
Só faltava essa: Jornalismo é profissão ingrata, corrupta e mesquinha, diz Yuri Tass, que prefere ser chamado de Inri Cristo. E ele tem até website. Confira : “13) O que o Senhor pensa sobre a profissão de jornalista?
Salvo raras e brilhantes exceções, a profissão de jornalista é uma das mais ingratas, corruptas e mesquinhas que já analisei em minha longa caminhada sobre a Terra. A bem da verdade, até os garis podem se considerar mais felizes do que os jornalistas em sua profissão, porque ao menos os garis têm o seu serviço suado, removem a sujeira, os entulhos, ajuntam tudo num local determinado e no final do expediente ninguém os impede de recolher o lixo para seu destino final.
Eles têm como recompensa sentir a satisfação de dever cumprido, de ver o resultado de seus esforços, ficam bem-vistos aos olhos dos pedestres e da sociedade. O contrário pode-se dizer da profissão de jornalista. Já tive contato com centenas de jornalistas. Muitos deles se esforçam, entrevistam, deslocam-se longas distâncias, pesquisam, fazem o trabalho de redação, mas ao final, quando está pronta a matéria, chega um indivíduo nomeado seu chefe que arbitrariamente lhe dá outro destino. E então ficam a ver navios, têm de recomeçar novamente todo um trabalho desperdiçado. Digo estas coisas com experiência, porque vivi de perto essa realidade tão lastimável.
A princípio os jornalistas deveriam ter a missão de informar, e não propiciar a desinformação. Informam, sim, o que é conveniente num sistema corrupto, que satisfaz a ambição de poucos. Sempre que um jornalista sério tenta fazer uma entrevista sobre mim ele é boicotado por seus superiores hierárquicos. A revista Veja está impedida de falar bem ou mal sobre mim; a única ocasião em que escreveu algo foi para distorcer as informações sobre o Ato Libertário que pratiquei em Belém do Pará em 28/02/1982 (veja a matéria caluniosa e tendenciosa sem direito de resposta publicada pela Revista Veja em 10/03/1982 neste site). Recentemente um jornalista honesto da Folha de São Paulo queria fazer uma matéria comigo, não obstante foi podado pelo chefe. A revista SUPERinteressante entrevistou-me durante horas e até hoje permanece com essa lacuna. Isso só para citar alguns exemplos mais notórios. Mas não tenho pressa. Tenho consciência de que não sou eu quem precisa falar ao povo; é o povo quem está carecendo ouvir-me, é o povo que precisa saber as coisas que tenho a dizer da parte de meu PAI. No dia certo e na hora certa ninguém poderá impedir o Verbo de DEUS de se manifestar sem censura ao povo da Terra de Santa Cruz”.
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